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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Na mão: Snapdragon 800 e Xperia Z Ultra


Vinhedo – Muitas pessoas não sabem qual a função do processador em um smartphone. Talvez não seja o seu caso, leitor da INFO. Mas muita gente sequer sabe que existe um processador no dispositivo em seu bolso. Com a intenção de explicar isso, a Qualcomm e a Sony realizaram um evento no último sábado no Hopi Hari para colocar à prova os produtos top de linha das duas empresas: o Snapdragon 800 e o Xperia Z Ultra.

A ideia foi mostrar as funcionalidades do processador dentro de um dispositivo móvel. Além do quad-core de 2,15 GHz da Qualcomm, o Z Ultra também conta com uma tela Full HD de 6,4 polegadas, 2 GB de RAM, conectividade 4G (LTE), 6.5 mm de espessura, TV Digital, NFC, câmera de 8 megapixels com sensor Exmor R, 16GB de armazenamento e Android 4.2.2.

Para entendermos o quão veloz é o processador, fomos dar uma volta na Montezum, a maior montanha russa de madeira da América Latina. O processador em um dispositivo móvel é responsável por rodar o sistema operacional, apps e jogos. Quanto mais veloz é o processador, menos engasgos você vai ter rodando suas aplicações. Para o processamento de imagem, o Snapdragon 800 é o primeiro a contar com uma GPU dual-core capaz de processar imagens em 4K, o Adreno 330. Para controlar o gasto de energia e aquecimento do aparelho, o processador do Z Ultra entende quando a necessidade de processamento é menor e consegue desligar os núcleos que não forem necessários.

O Z Ultra também é à prova d’água: ele pode ser submerso a até 1,5 m de profundidade por até 30 minutos. Para testar isso fomos dar uma volta no Rio Bravo.

Apesar de ser à prova d’água, a função não é muito útil para usar com a tela molhada. Isso porque a sensibilidade da tela é tanta que até mesmo uma gota é confundida com um toque. Claro que se o seu celular cair em uma piscina você vai agradecer por essa função existir. Para tirar fotos em baixo d’água, ou no Rio Bravo, você precisa usar o temporizador ou desistir e aproveitar o passeio. A câmera fotográfica é boa, mas não muito. Para um dia de sol as imagens ficam boas, mas para cenas noturnas nem tanto, já que o aparelho não conta com flash.


Para o último teste, fomos ao Cinemotion, que ilustrou a integração de experiências. A capacidade do processador de realizar diversas funções ao mesmo tempo sem engasgos é essencial para a boa experiência do usuário. A duração da bateria do Z Ultra também impressiona: apesar de ser um aparelho bem fino, o Z Ultra conta com 3.000 mAh de capacidade.

Para saber mais sobre o Xperia Z Ultra veja nosso review completo aqui.




Por: Marcelo Venceslau / Processadores, Smartphones, Tablets

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